| Neste trabalho se analisa e compara o momento institucional de duas fundações, uma pública e outra privada, considerando os modelos de gestão de pessoas utilizados por cada uma e sob o âmbito do novo paradigma da flexibilidade no qual a sociedade atual está vivenciando. O contexto atual das organizações é de constantes transformações. A estabilidade deixou de ser vista como uma forma de solidez e as mudanças passaram a ser necessárias para as organizações se adaptarem, evoluírem e não ficarem obsoletas em relação aos concorrentes. As empresas vivenciam uma fase de mudanças organizacionais motivadas por pressões do cenário externo, onde a concorrência está cada vez mais acirrada. Os produtos e serviços estão cada vez mais semelhantes e as tecnologias cada vez mais avançadas. Portanto, é necessário se diferenciar através das pessoas, envolvendo seus funcionários e transformá-los em agentes de mudança em busca das competências essenciais da organização. Nesse cenário, o uso de um modelo adequado de gestão de pessoas se torna um ponto crucial para o sucesso das organizações.
As diferenças entre as instituições públicas e privadas muitas vezes apontam para uma má administração dos órgãos estatais enquanto os privados seriam dotados de práticas gerenciais modernas em busca de resultados eficazes. As imagens negativas sobre a máquina pública inchada, o setor público ineficiente e que não promove retorno aos contribuintes que pagam impostos demasiados reforçam a idéia de privatização ou de outros modos de gestão. Para definir bem o problema é preciso estudar cada caso e através de informações relevantes elaborara uma análise comparativa. A moderniza |