| No monitoramento estratégico antecipativo é importante que se identifique os sinais fracos do ambiente. Porém, essa não é uma tarefa fácil, dada a ambiguidade e a imprecisão desses sinais aliada ao ambiente incerto dos dias de hoje. Na inteligência competitiva, usa-se o processo de criação de sentido para dar uma identidade a esses sinais, o que é feito de uma forma retrospectiva, contínua e social para gerar uma resposta plausível ao problema, gerando um plano de ação ou uma decisão. Dentro da teoria de análise de decisão um movimento que desponta com características muito próximas à criação de sentido, é a decisão naturalista. Ela se baseia num contexto também incerto e dinâmico, para a solução de problemas organizacionais mal-estruturados, dentro de normas e objetivos instáveis, e que também se baseia em múltiplos participantes, principalmente especialistas no contexto do problema. A junção dessas duas teorias pode gerar resultados interessantes na medida em que forem propostos modelos, treinamentos e softwares para dar suporte à criação de sentido, gerando melhores e mais rápidas decisões. Assim, após uma revisão e comparação das características dessas duas teorias, foram propostas várias alternativas de estudo para aprofundar essa relação. |