| O aumento da competitividade, aliado às incertezas políticas, econômicas, sociais e tecnológicas, não apenas expôs as corporações a um cenário de intensa pressão, mas interferiu diretamente sobre o desempenho das mesmas, independentemente do seu porte e segmento. É nesse contexto, que os varejistas estrangeiros e brasileiros vislumbraram no segmento de marcas próprias uma alternativa mercadológica viável, no sentido de conseguirem maximizar seus volumes de negócios e, por conseguinte, satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores. Dentro deste contexto, o objetivo deste trabalho foi identificar os desafios e as oportunidades das marcas próprias para o varejo supermercadista de pequeno, médio e grande porte. Para tanto, realizou-se um estudo de caso, de caráter qualitativo com três supermercados da cidade de Ribeirão Preto-SP. Os resultados deixam evidências de que as marcas próprias são percebidas pelos entrevistados como algo positivo no sentido de possibilitarem novos ganhos, atrair e fidelizar clientes. No entanto, trabalhar com esses produtos implica uma série de investimentos que por sua vez, dificultam e diminuí a adoção dessa estratégia entre os pequenos e médios supermercadistas, ficando portanto, restrita às grandes redes varejistas. |