RESUMO
Código: 374
Área Temática: Finanças

 

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Comportamento e Estrutura A Termo da Volatilidade de Empresas de Grande e Pequeno Porte.
 
Em contraposição às hipóteses para sustentação dos modelos financeiros “clássicos”, como o Capital Asset Pricing Model (CAPM) de Sharpe-Litner-Mossin, a literatura recente de finanças tem documentado que algumas características das empresas mostram-se relevantes para explicar retornos esperados. Esse artigo tem por objetivo analisar se o tamanho da empresa no Brasil é uma característica importante para explicar uma outra dimensão da relação risco versus retorno: a volatilidade. Como metodologia procedeu-se uma reestruturação completa do índice IBrX da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), de forma que obteve-se dois novos índices: um de empresas com grande porte e outro de empresas com pequeno porte. A partir dos índices construídos, analisaram-se o comportamento e a estrutura a termo da volatilidade com ajustes dos modelos GARCH (1,1) e TARCH (1,1). Em linhas gerais, pode-se concluir que o comportamento e a estrutura a termo da volatilidade de empresas de grande e pequeno porte são diferentes, fazendo jus à incorporação da característica tamanho da empresa nas funções financeiras, tais como decisões de investimentos, precificação de títulos e gerenciamento de risco.

 

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